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terça-feira, 6 de setembro de 2011

A melhor posição sexual de acordo com o seu signo

Os astros ajudam você a descobrir qual posição sexual dá mais prazer


Casal no sofá
A melhor posição sexual de acordo com cada signo

Cada signo tem uma posição ideal, que rende mais prazer, garante a astróloga americana Lisa Sussman, especializada em comportamento. Confira qual posição é melhor para você:

Áries
Adora tomar a responsabilidade pela própria sexualidade.
A melhor posição: você por cima, para tocar o clitóris e controlar as penetrações.

Touro
Supersensual, quer que a relação dure para sempre.
A melhor posição: lado a lado, para preguiçosos encontros, com muitas carícias.

Gêmeos
Variar é a palavra de ordem.
A melhor posição: sentada sobre o parceiro, para poder se movimentar à vontade.

Câncer
Amante tímida, você nunca ataca.
A melhor posição: a clássica papai-e-mamãe com ele segurando suas mãos.

Leão
Você ama as preliminares (mais do que a penetração).
A melhor posição: aquela em que vocês fazem sexo oral mútuo.

Virgem
Experimentar coisas novas. Esse é o seu lema erótico.
A melhor posição: qualquer uma. Quase tudo desperta o interesse e o orgasmo.

Libra
Para você, tudo é questão de buscar o prazer.
A melhor posição: com ele por trás, para tocar o clitóris na penetração.

Escorpião
Sempre apaixonada, você gosta de dirigir a cena.
A melhor posição: qualquer uma que deixe você no controle dos movimentos.

Sagitário
Fã de noites de sexo quentes: cheias de energia e longuíssimas.
A melhor posição: sentada sobre ele. Tronco inclinado para trás, para ver as carícias.

Capricórnio
Por ser uma amante franca e direta, detesta sexo complicado.
A melhor posição: com ele por cima, para manter as coisas simplificadas e eróticas.

Aquário
Desinibida, faz amor a qualquer hora e em qualquer lugar.
A melhor posição: de pé, para uma transa mais rápida (e muito prazerosa).

Peixes
Você é criativa na cama. Esse é o seu segredo para o êxtase.
A melhor posição: incremente sentando-se no colo dele com as pernas cruzadas.

fonte:http://mdemulher.abril.com.br

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vacina contra HPV reduz riscos de câncer anal



Uma vacina, rotineiramente empregada na prevenção do câncer de colo do útero causado pelo papilomavírus humano (HPV), também reduz os riscos de câncer anal entre as mulheres, destacou um estudo publicado na edição desta terça-feira da revista científica The Lancet Oncology.
O teste foi realizado com 4.210 mulheres saudáveis com idades entre 18 e 25 anos na Costa Rica, imunizadas aleatoriamente, com a vacina Cervarix contra o HPV e uma vacina contra a hepatite para comparação. Quatro anos depois, as mulheres foram submetidas a testes de infecção cervical e anal para os subtipos 16 e 18 do HPV, notoriamente relacionados ao câncer.
As mulheres que tomaram Cervarix demonstraram ter um risco 76% menor de desenvolver infecção cervical e 62% menor de infecção anal quando comparadas com outras que não tomaram a vacina. A proteção foi ainda maior em um subgrupo de mulheres com mais propensão de não ter sido exposto ao HPV. Nesta categoria, a vacina demonstrou ser quase 89% protetora contra a infecção cervical para as duas cepas virais e quase 84% contra as infecções anais.
Embora o câncer anal seja raro - segundo algumas estimativas, a ocorrência é de apenas dois casos em 100 mil pessoas ao ano na população em geral -, as mulheres são duas vezes mais propensas a ter a doença do que os homens.
A razão para esta incidência maior é desconhecida, embora a relação anal passiva possa ser um fator. Uma condição denominada neoplasia cervical também pode predispor as mulheres ao risco de desenvolver infecção anal por HPV, independente de ter havido relação anal.
Na população em geral, os grupos com maior risco de desenvolver câncer anal são os homens que fazem sexo com outros homens. Entre os gays não infectados pelo HIV, a incidência é de 40 casos por 100 mil indivíduos ao ano e entre os soropositivos, de 80 por 10 mil.
Segundo uma pesquisa anterior, o HPV é a causa da maior parte dos cânceres anais. Quase quatro em cada cinco casos de câncer no ânus causados pelo HPV são provocados pelos subtipos 16 ou 18. Em um comentário também publicado na The Lancet Oncology, os especialistas americanos Diane Harper e Stephen Vierthaler, da Escola de Medicina da Universidade do Missouri-Kansas City, afirmaram que o custo-benefício da vacina de HPV contra o câncer anal é nebuloso.
A grande pergunta é por quanto tempo a vacina se mantém eficaz, afirmaram. "Sem duração de eficácia de pelo menos 15 anos, não se evitará, apenas se adiará o câncer em mulheres ou homens que fazem sexo com outros homens", escreveram. "Faltam testes de eficácia e a incidência do câncer anal é rara. Vamos usar nossos recursos sabiamente", concluíram.

fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5308073-EI8147,00-Vacina+contra+HPV+reduz+riscos+de+cancer+anal.html

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O câncer em números

Saiba mais sobre os tipos mais comuns de câncer e os que têm maior chance de cura.

De pulmão

É o tipo de tumor mais comum em todo o mundo. Cerca de 90% dos casos de câncer de pulmão estão relacionados ao hábito de fumar. Como esse tipo de câncer, em geral, é detectado nos estágios avançados, pois não são comuns os sintomas no início, ele é considerado um dos mais letais entre todos os tipos. Comparados com os não fumantes, os tabagistas têm cerca de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver câncer de pulmão. Nos países desenvolvidos, 13% a 20% dos portadores de câncer de pulmão continuam vivos depois de cinco anos do início do tratamento, enquanto nos países em desenvolvimento esse número cai para 12%.

De mama

É o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres. Segundo dados do INCA, a cada ano, entre todos os tumores, 22% são novos casos de mama. Apesar de ser considerado um câncer de relativamente bom prognóstico, se diagnosticados precocemente, as taxas de cura chegam a 90%. Mas os índices de mortalidade no Brasil continuam elevados porque são diagnosticados tardiamente. Nos países desenvolvidos, a sobrevida a partir de cinco anos é de 61%, enquanto nos países em desenvolvimento essa taxa cai para 57%.

De estômago

É a quarta causa mais comum em taxa de mortalidade de uma maneira geral e a segunda causa de óbitos somente por câncer. Estatisticamente, atinge duas a três vezes mais os países industrializados, afetando mais homens que mulheres. Porém, em vários países, pesquisadores observam uma queda na incidência nesse tipo de câncer devido às mudanças no estilo de vida da população, como o aumento da ingestão de frutas, legumes e verduras, redução do uso do sal, melhores métodos de conservação alimentar e atitudes saudáveis como parar de fumar e manter o peso sobre controle.

De colo de útero

Este é o segundo tipo de câncer mais frequente entre as mulheres, com aproximadamente 500 mil casos novos por ano no mundo. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o tumor de mama mata cerca de 230 mil mulheres por ano em todo o planeta e ocorre duas vezes mais em países em desenvolvimento do que nos desenvolvidos. Começa a manifestar-se por volta dos 20 a 29 anos, aumentando seus índices até atingir seu pico na faixa etária de 45 a 49 anos.

Por outro lado, é o câncer (com exceção ao de pele) que apresenta um maior potencial de prevenção e cura quando diagnosticado precocemente. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, 80% de sua mortalidade pode deixar de existir se houver uma prevenção benfeita com a realização de exames simples como o Papanicolao e o tratamento das lesões precursoras desse tipo de tumor, provocadas, em geral, pela presença do vírus HPV (Papiloma vírus humano) e com a aplicação preventiva da vacina contra esse agente infeccioso.

De próstata

Em números gerais, este é o sexto tipo de câncer mais comum no mundo e o primeiro entre os homens. Ele é seis vezes mais comum em países desenvolvidos, comparados aos países em desenvolvimento. Mais do que qualquer outro, é considerado o câncer da terceira idade, até porque três quartos dos casos no mundo inteiro surgem a partir dos 65 anos. É considerado um câncer de bom prognóstico quando diagnosticado e tratado precocemente.

De intestino

A neoplasia de cólon e reto é tida como a terceira causa mais comum de câncer no mundo em ambos os sexos e a segunda causa mais frequente em países desenvolvidos. A sobrevida para esse tipo de neoplasia é considerada boa, se a doença for diagnosticada em estádio inicial. Cerca de 55% dos portadores desse tipo dos países desenvolvidos vivem, em média, cinco anos (ou mais) a partir do início do tratamento. Nos países em desenvolvimento, essa taxa cai para 40%. O bom prognóstico faz desse tipo de câncer o segundo com maior número de pessoas diagnosticadas com a neoplasia e que mantêm a doença sob controle, ficando atrás apenas do câncer de mama em mulheres.

De pele

A Organização Mundial da Saúde calcula que anualmente surjam cerca de 132 mil casos novos desse câncer no mundo todo. Isso significa que, entre todas as categorias, o câncer de pele responde por 2,5% do total de casos anuais. Por outro lado, os órgãos de saúde também têm notado um aumento significativo em populações de cor de pele branca. No Brasil, o câncer de pele carcinoma basocelular e de células escamosas são os dois tipos mais frequentes. Sua letalidade é considerada baixa e seu índice de cura alto, 90% quando tratados precocemente. Por outro lado, o câncer de pele do tipo melanoma, embora mostre um baixo índice de prevalência, é um dos mais letais entre todos, com alto poder metastático. O prognóstico do melanoma de pele pode ser considerado bom se for descoberto em seus estágios iniciais. A média mundial de sobrevida dos cânceres de pele é de 69%. A maioria ocorre devido à exposição excessiva ao sol.


http://revistavivasaude.uol.com.br



Bjkas, boa tarde.